Abdução.
Opa! Ontem foi dia de uma festa super famosinha aqui, daí quando não se tem o que fazer a gente vai praquelas festinhas estranhas, com gente esquisita, porém eu gosto... vai vê é pq eu me enquadro nesse patamar. Mas enfim...
Tive que ir na casa de uma amiga, que é meio distante da *cidade* pois ela precisava tomar banho e talz e ficaria tarde pra ela voltar só, mas vamos direto ao ponto.
Lá estava eu dançando loucamente quando uma amiga falou que queria me apresentar um cara, e a minha pessoa no auge da minha *DESENIBIDEZ* falei com ela: “Preciso falar com ele? Posso chegar beijando?”. Ela fez que sim, então assim fiz, PQ NÉ? Perder tempo conhecendo gente que vc nunca viu na vida, não tem o que falar, num barulho desgraçado e bêbado, é perda de tempo, não é mesmo?
Foi ótimo, pq ele nem grudou em mim, acho isso válido na balada, pq tem cara que GRUDA e é foda. Mas o fato mais importante da noite foi que beijei uma mulher depois de 3 anos, não sei bem come que aconteceu mas quando vi tava lá já, ai é relaxar e aproveitar.
Eu fico a pessoa mais sociável bêbado, falo com todo mundo, abraço todo mundo e distribuo sorrisos, se bem que não é muito diferente do que eu sou normalmente [hum, hum] , então se vc me vê bêbado, aproveita eeeeeeeeeeem? Fikdik Yves :D
Dois amigos [Denti e João*] foram ao banheiro e ele estava vazio, cada um entrou numa cabine e começaram a conversar um com o outro em cabines separadas , lá pelas tantas na conversa com todo o clamor da bebida, João vira e fala: “Ai eu não aguento mais Carlos* broxando! Já broxou comigo três vezes, eu quero DÁ, QUERO QUE UM HOMEM QUE ME PEGUE DE JEITO, ME JOGUE NA PAREDE E ME CHAME DE NIGRINHA”. Daí quando Denti abre a porta, tinham vários homens [heteros] fazendo xixi no miquitório [come que escreve isso?], pq homem não vai nas cabines, se acabando de rir. Essa história rodou a festa toda, toda hora vinha uma pessoa comentar sobre um menino que tinha falado isso no banheiro. Diz ele que por um momento ele esqueceu que o mundo não é totalmente gay. Cachaça agora virou filosofia, ÇEY.